Consiste na realização da transferência de embriões formados a partir dos óvulos e dos espermatozóides do marido da paciente na cavidade uterina de uma segunda mulher. O tratamento é sincronizado de tal forma que enquanto a paciente realiza a estimulação ovariana para a produção dos óvulos, a outra mulher recebe medicação hormonal apenas para preparar o endométrio para que se proceda a transferência embrionária.
São indicações para a realização deste tratamento:
(1) Ausência congênita ou adquirida do útero
(2) Malformações ou deformidades uterinas graves, que impeçam a implantação embrionária e/ou gestação
Mais uma vez, é proibido o caráter econômico no “empréstimo” do útero, sendo permitida somente a sua realização entre parentes de até quarto grau. Casos em que isto não seja possível, o tratamento poderá ser realizado após o caso ser submetido à avaliação pelo Conselho Regional de Medicina.
As taxas de gestação relatadas na literatura variam entre 25-50%.
FAQ
O útero de substituição é uma técnica em que os embriões formados a partir dos óvulos e espermatozoides do casal são transferidos para o útero de outra mulher. Essa alternativa é utilizada quando a paciente não pode gestar.
O tratamento é sincronizado: enquanto a paciente realiza a estimulação ovariana para produção dos óvulos, a outra mulher recebe hormônios para preparar o endométrio e possibilitar a transferência dos embriões.
É indicado em situações de ausência do útero, seja congênita ou adquirida, ou em casos de malformações uterinas graves que impeçam a implantação do embrião ou a evolução da gestação. Uma outra indicação seria a impossibilidade de gestar por uma impossibilidade clínica da paciente- um problema de saúde que possa ser agravada pela gestação ou a impeça de ocorrer.
A cessão do útero deve ocorrer sem fins lucrativos e, preferencialmente, entre parentes de até quarto grau. Quando isso não é possível, o caso precisa ser avaliado pelo Conselho Regional de Medicina.
Não. A legislação brasileira proíbe qualquer caráter econômico nesse tipo de procedimento. A prática deve ser realizada de forma voluntária, respeitando as normas estabelecidas.
A mulher que receberá os embriões passa por preparo hormonal do endométrio, com o objetivo de deixá-lo adequado para a implantação embrionária no momento da transferência.
As taxas de gestação descritas na literatura variam entre 25% e 50%. Esses resultados podem variar de acordo com as condições clínicas envolvidas em cada caso.
Os embriões são formados a partir dos óvulos e espermatozoides do casal, sendo posteriormente transferidos para o útero da mulher que irá gestar.
